(35) 3435-1611 (35) 98863-5371
Sindicato

METALÚRGICOS DE MINAS ENTREGAM PAUTA DE REIVI

entrega pauta

METALÚRGICOS DE MINAS ENTREGAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES À FIEMG

 A entrega da pauta de reivindicações à Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) marcou o início da campanha salarial unificada 2016 dos metalúrgicos de Minas. A entrega foi realizada no dia 29 de julho e contou com a presença de dezenas de sindicalistas e trabalhadores.
Este ano os metalúrgicos de Minas vão discutir com a patronal as cláusulas econômicas e sociais. As principais reivindicações econômicas são: reajuste salarial de 12,5% e Salário de ingresso de R$ 2.200,00. Entre as cláusulas sociais, vale destacar a redução de jornada para 40 horas semanais sem redução de salário e adicional noturno de 40%. “Diferentemente da proposta do representante da CNI, de ampliar a jornada de trabalho para 80 horas semanais, nossa luta é pela redução da jornada para 40 horas sem redução de salário. Sabemos das dificuldades dessa campanha, mas temos que superar com muita luta para que possamos conquistar o aumento real de salário”, disse Marco Antônio, presidente da FEM/CUT-MG. José Wagner, tesoureiro da FEM/CUT-MG, ressalta a importância da mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras para garantir e ampliar as conquistas. “Estamos em plena transformação política iniciada através de um golpe que busca flexibilizar as leis do trabalho retirando benefícios duramente conquistados pelos trabalhadores. Somente com muita luta será possível barrar o avanço dessa agenda golpista”. Bira, dirigente do sindicato dos metalúrgicos de BH/Contagem, fez um apanhado das medidas em curso do governo golpista do Temer para mostrar a importância dessa campanha salarial como espaço de resistência contra o retrocesso. “Nessa campanha, ao discutir com o trabalhador e com a trabalhadora na fábrica a cerca do reajuste salarial, será o momento de também trazer para a mesma discussão a reflexão do porque as coisas estão assim”. Osmani Teixeira de Abreu, presidente do conselho de relação do trabalho da FIEMG, antes mesmo de analisar as reivindicações dos metalúrgicos, começou a choradeira para não valorizar os trabalhadores. “Não é segredo para ninguém que a situação das empresas no geral não é cômoda, as empresas estão sem produção, em consequência sem faturamento e em consequência conceder aumento é aumentar o custo do trabalho”, tentou justificar. Entrega da pauta Imprensa FEM/CUT-MG – jornalista Leandro Gomes