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Igualdade de oportunidades para todos. Nada mais justo!


É com esperança e convicção, que percebemos essa realidade (a passos lentos) se alterando, a exemplo da recente eleição da primeira mulher para governar o nosso país. Todos nós devemos comemorar essa grande conquista, entretanto não nos esqueçamos das muitas mulheres que são cotidianamente excluídas do mercado de trabalho, pois no momento em que competem com o sexo oposto são preteridas pelo simples fato de serem mulheres, engravidarem, amamentarem, cuidarem dos seus filhos, e dos parentes idosos ou doentes.

É fato que a mulher vem marcando seus espaços em vários setores, inclusive na política, contudo paga o preço da dupla ou até tripla jornada, comprovando que as oportunidades não são tão iguais assim. Infelizmente não são apenas as mulheres as vítimas desse processo mascarado de exclusão, a exemplo dos negros e negras do nosso país, tão duramente discriminados e marginalizados por uma sociedade que não reconhece a imensa contribuição que esse bravo povo deu para o desenvolvimento e progresso dessa nação.

Também são discriminados os nossos idosos e não são reconhecidos o acúmulo de conhecimento e o muito que estes ainda têm a contribuir com as suas experiências. Não é aceitável a forma como são menosprezados e agredidos violentamente gays, lésbicas, travestis e afins, por causa da sua orientação sexual, como se isso os fizesse menos humanos ou dignos. Ter limitação física ou mental e tentar ocupar um lugar no mercado de trabalho, em vez de ser algo elogiável é visto muitas vezes como atrevimento e haja obstáculos para serem superados por estas pessoas, sendo o pior de todos, o do preconceito de não considerá-los capazes. Não podia faltar nesta nossa conversa, as barreiras que são enfrentadas por aqueles que pertencem às classes sociais menos favorecidas e moram nas periferias  das grandes cidades.

É preciso que nos mobilizemos em busca de oportunizar a todos os cidadãos e cidadãs do nosso país, igualdade de oportunidades de fato, onde cada um e cada uma se sobressaiam por sua competência, independente do sexo, cor da pele, orientação sexual, idade ou classe social. Quando este fato for realidade, seremos então uma nação que valoriza o ser humano por suas habilidades profissionais, intelectuais e morais, daí teremos todos, igualdade de oportunidades. NADA MAIS JUSTO!